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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Dicas para emagrecer


7 Dicas Para Emagrecer

Reduzir as Calorias Ingeridas não é o único Meio.A idéias de que queimar 3,500 calorias vai lhe emagrecer umas 500g pode ser verdade no papel, mas nem sempre é verdade na realidade. Há vários outros fatores que influenciam nessa fórmula
Aqui falarei os 7 mais importantes:
1 - Adaptação
O corpo se adapta a redução de calorias ingeridas. Digamos que um fisiculturista diminua de 3.500 para 3.000 calorias diárias, para “cortar”. Durante uma, duas, até umas quatro semanas ele pode perder 500g de gordura corporal por semana. No entanto, na quinta ou sexta semana ele não conseguirá mais perder uma quantidade significativa de gordura. Isso é chamado de platô.
O problema é que o corpo se adapta as poucas calorias que estão sendo ingeridas, queimando um menor número (lembre-se que seu corpo é inteligente, ele acha que você está passando por um período de comida escassa, assim ele queima menos calorias).

2 -  Tipo de Caloria
Algumas calorias são mais facilmente armazenadas como gordura corporal. Entre carboidratos, proteínas e gordura, o último é o que mais engorda. O corpo queima calorias para digerir esses alimentos, mas parar digerir a gordura que você consome, ele utiliza menos calorias (por volta de 2 a 3 vezes menos do que para digerir os carboidratos, e 10 vezes menos do que as proteínas).
Usando o exemplo acima, a pessoa que ingerir 3.000 calorias, comendo mais proteína e menos gordura, emagrecerá mais do que a que ingeriu o mesmo número de calorias, mas com uma quantidade maior de gordura.
3 - Proteína
A proteína protege a massa muscular. Ao consumir menos calorias, você arrisca queimar o tecido muscular para gerar energia. Seria ótimo se queimássemos apenas a gordura localizada, mas não é assim que o corpo funciona, por isso é preciso ingerir uma quantidade suficiente de proteínas para evitar a “queima do músculo”.
Ao proteger os músculos você também previne uma queda do seu metabolismo (lembre-se que um metabolismo mais rápido queima mais calorias).O recomendado é ingerir de 2 a 3 gramas de proteína por Kg de massa corporal. Por exemplo, uma pessoa de 80kg em uma dieta de 3.000 kcal diárias deverá consumir  em média de 160 a 240g de

4 - Nível Hormonal 
Os hormônios são afetados durante uma dieta. Um dos elementos mais críticos esquecidos ao se fazer uma dieta é como a redução de calorias afeta os níveis hormonais do corpo.Não corte as gorduras por completo, pois elas são necessárias para a produção de vários hormônios, e mantenha o índice de proteína alto (mais uma vez falando da importância da proteína).

5 - Índice Glicêmico
O índice glicêmico dos alimentos influencia na queima de gordura corporal. Uma pesquisa feita pela American Journal of Clinical Nutrition mostrou que as pessoas que seguiram uma dieta com pouca gordura emagreceram menos do que as que seguiram um plano que enfatizou os alimentos de baixo índice glicêmico, como a aveia, produtos integrais, batata baroa, cerejas e laranjas.
Tais alimentos são digeridos lentamente, sendo convertidos mais lentamente para glicose, a fonte primária de energia do corpo. Esses carboidratos de longa digestão fazem com que o corpo armazene menos gordura.
A razão principal para isso é provavelmente devido a secreção de insulina. A insulina é um hormônio que armazena a gordura, e ela aumenta com a ingestão de carboidratos. Se você reduzir a quantidade de calorias ingeridas, mas continuar comendo carboidratos simples (farinha branca, etc),  provavelmente não conseguirá perder muito peso, ou chegará ao platô mais rapidamente. Mas caso dê preferência aos produtos integrais, provavelmente aumentará o tempo que seu corpo continua queimando gordura corporal.

6 - Frequência Alimentar
A frequência alimentar é um elemento importante na queima de gordura corporal. Uma pessoa que coma 3.500 calorias a menos por semana (500 calorias a menos por dia) irá perder mais gordura ao comer sete vezes ao dia, em vez de cinco.
Toda vez que você come, seu metabolismo aumenta ligeiramente, além de que ter várias refeições por dia suprime o cortisol, que por sua vez, eleva o nível de testosterona. Ao manter o nível de testosterona elevado, o corpo queima mais gordura e mantém mais massa magra, e quanto mais massa você manter, mais rápido seu metabolismo fica, queimando mais gordura, é como uma bola de neve.

7 - horário
A hora que você come é importante para perder gordura. Normalmente, recomenda-se comer menos ao passar do dia, principalmente carboidratos, pois a sensibilidade à insulina reduz no final do dia.
Sensibilidade à insulina é a capacidade do hormônio de levar os nutrientes para o músculo. Quando ela é diminuída, mais insulina deve ser liberada para fazer o trabalho. O problema é que a insulina também aumenta o armazenamento de gordura. Por isso, tente ingerir apenas produtos integrais, vegetais e carnes magras.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Anabolizantes







Efeitos Colaterais do ADE (Óleo Injetável)



Efeitos colaterais

Somente pelo fato de que a utilização desse óleo injetável é restrita até para os animais e que chega a ser proibida para cães e gatos, podemos desconfiar dos efeitos colaterais que o óleo injetável possa vir a causar ao organismo humano:
  • Perda de movimento do músculo
Se essa desconfiança não for suficiente, há outros motivos para não fazer uso do ADE. Um deles é que, ao aplicar a substância diretamente no músculo, com o auxílio de uma seringa, a agulha pode acabar atingindo um nervo. O grande problema disso é que o indivíduo perde os movimentos do músculo onde o óleo foi injetado, sem possibilidades de conseguir voltar à normalidade.
  • Aparecimento de caroços
Outro problema é que, por se tratar de um composto extremamente oleoso, a colocação do ADE pode fazer com que surjam caroços no local onde ele foi aplicado, que tendem a demorar bastante para desaparecer.
  • Acúmulo do óleo injetável
O uso exagerado do óleo injetável provavelmente ocasionará o acúmulo da substância entre diferentes partes do corpo. Quando isso acontece, há o risco de aparecerem infecções, do sistema imunológico do organismo do usuário ser prejudicado e que os tecidos que receberam o ADE sofram necrose, que é a morte ou decomposição desses tecidos.
  • Risco de parada cardíaca ou respiratória
Além de aplicarem o óleo diretamente no músculo, algumas pessoas podem, irresponsavelmente, optar por injetar a substância em veias ou artérias. Com isso, são grandes as chances de que o usuário venha a sofrer uma parada cardíaca ou respiratória, tendo em vista que o ADE interfere entupindo os pontos de acesso do sangue e prejudica o funcionamento adequado do coração.
  • Risco de morte
Além de todos esses problemas, o uso do óleo injetável ADE/Synthol também pode levar à morte. Foi justamente isso que aconteceu em fevereiro do ano de 2013, com um adolescente de 15 anos, morador da cidade de Rio Branco, no estado do Acre.
De acordo com uma reportagem publicada no site G1, o garoto havia feito o uso da substância juntamente com outros amigos. Duas semanas antes de sua morte, o rapaz já tinha passado mal por conta de infecções ocasionadas pela aplicação do óleo.
Ainda segundo a matéria, os adolescentes conseguiram o óleo com um homem e uma mulher em um bairro de Rio Branco e eles mesmos realizavam a aplicação do conteúdo no próprio corpo.
Um dos amigos do menino que morreu ainda afirmou que eles usavam o óleo com certa frequência e que temia pela própria vida. Outros amigos do rapaz ainda apresentavam sintomas como fraqueza nas pernas, falta de ar e febre após terem aplicado a substância em seus corpos.
  • Aparência estranha 





Se mesmo com todos esses efeitos que tanto prejudicam a saúde, incluindo o risco de morte, a pessoa insistir em utilizar o óleo injetável para ter uma aparência de maior massa muscular, é importante registrar que nem sempre o objetivo é alcançado. Em alguns casos, o aumento de volume do músculo dá uma aparência estranha ao corpo, com a região que recebeu a aplicação da substância ficando maior e as partes em que o óleo não foi injetado permanecendo menores.
É possível perceber isso nas fotos abaixo:
Além disso, caso após o inchaço muscular a região venha a desinchar, pode ocorrer o esvaziamento, o que faz com que o músculo volte ao seu tamanho normal, porém que fique com a aparência deformada.

Praticantes não recomendam o uso do óleo injetável

O uso do óleo injetável é condenado por profissionais e por praticantes da musculação. É o caso da equipe do Papo de Maromba, que fala sobre o perigo da aplicação da substância neste vídeo:

Pai do óleo injetável

No vídeo, os apresentadores contam a história de um dos homens mais conhecidos pela prática de inflar os músculos com o uso do óleo injetável: o americano Gregg Valentino. Também conhecido como o “pai” do Synthol/ADE, e que em um dos momentos em que já fazia o uso da substância alegava ter o maior bíceps do mundo.
Entretanto, um acidente de percurso acabou revelando mais um dos perigos de utilizar esse tipo de produto no corpo: o de seus braços explodirem.
Isso porque um dia, enquanto injetava a substância em seu bíceps, acabou deixando a seringa cair. Ao colocá-la no braço de novo o resultado foi que, ao reaplicar o óleo na região, começou a sair pus e sangue do local.
Resultado: ele teve que ser atendido no hospital, onde parte do seu bíceps direito acabou tendo que ser serrado, já que por conta da constante aplicação do Synthol, o local tinha uma consistência bastante endurecida.

Tomando a decisão correta

Com todas essas informações sobre os perigos que o uso do Synthol/ADE pode trazer ao corpo humano, não restam dúvidas de que a melhor forma de fazer com que os músculos do corpo fiquem definidos é buscar o crescimento por meio de treinamentos físicos adequados e uma dieta balanceada.
Procure obter o máximo de informações sobre alimentação correta e treinamentos adequados e considere consultar um profissional de educação física e nutricionista para te ajudar no processo. Pode até ser que isso dê mais trabalho e custe mais dinheiro do que injetar o óleo, mas certamente será melhor para a saúde, para a aparência dos músculos e não há o risco de ter o braço explodido, como aconteceu com Gregg Valentino.




Suplementos qual o melhor?



1. BCAAs e leucina

Fala-se muito sobre leucina hoje em dia, e com razão, já que ela pode aumentar a síntese proteica em até 145% ao consumi-la no pós treino. E apesar da leucina ser o aminoácido de cadeia ramificada responsável por ativar o principal mecanismo de síntese proteica (a mTOR, “mammalian target of rapamycin”), utilizá-la sozinha não é o melhor plano.
O melhor é tomar BCAAs enriquecidos em leucina – isto é, BCAAs feitos em uma proporção de leucina em 4 para 1 com valina e isoleucina – pois esta fórmula se mostrou a mais eficaz no ganho muscular. Quando o consumo de leucina é feito fora do equilíbrio como em outros BCAAs, pode levar a uma desproporção nos níveis de aminoácidos no sangue, reduzindo a resposta anaeróbia.
Os benefícios de BCAAs ricos em leucina incluem redução de lesões musculares, menos dores, menor fadiga muscular e maior crescimento muscular. BCAAs ricos em leucina são especialmente valiosos para idosos, que tem mais dificuldade em ativar a via mTOR de crescimento muscular.

Dica de suplementação: Tome BCAAs que contenham a proporção de leucina por volta de 4 para 1 sobre valina e isoleucina. Tome também no pós treino junto com taurina para reduzir mais ainda mais as dores e inflamações de treinos desgastantes.

2. Creatina

A creatina é um dos suplementos para ganho de massa muscular mais pesquisados, certamente. É seu combustível principal para treinos explosivos e de alta intensidade. Sua suplementação mostrou dobrar ganhos musculares (um estudo demonstrou um aumento de 1 a 2 quilos extras em um período de treinos de 4 a 12 semanas).
A creatina também aumenta ganhos de força, melhora o desempenho em tiros e resistência e contribui para perder gordura. Um estudo recente sugeriu que a conhecida saturação de 20 gramas de creatina por uma semana é desnecessária. Estoques ótimos de creatina podem ser alcançados tomando 0,07 gramas por quilo do usuário. Depois, pode se fazer uma manutenção de 5 gramas por dia, mas é bom refazer a saturação a cada 4 semanas, especialmente se o volume e intensidade do seu treino são altos.

Dica de suplementação: É necessária a presença de insulina para a creatina acumular, então tome junto com carboidratos ou com suplementos que estimulem a insulina.

3. Beta alanina

A beta alanina é estocada na forma de carnosina nas fibras musculares de contração rápida, e isso ajuda os músculos a contraírem com mais força e aumenta o desempenho. Outro motivo pelo qual ela melhora o desempenho é que a carnosina ajuda a estabilizar o pH dos músculos durante o exercício ao eliminar o excesso de íons de hidrogênio que fazem os músculos arderem e fadigarem.
Atletas e lutadores podem se beneficiar da beta alanina por ela prolongar o desempenho de alta intensidade. Uma lista dos melhores suplementos para atletas de combate sugeriu a beta alanina como auxiliar de lutadores que realizam mais de 60 piques explosivos que envolvam pancadas e agarrões de cinco rounds. Aumento da capacidade máxima de um combatente é essencial, já que eles passam por golpes e clinches em pé, jogo de chão, e imobilizações.

Dica de suplementação: Treinos de força aparentam aumentar sua capacidade de elevar a carnosina muscular durante a suplementação. Experimente um ciclo de 4 a 6 gramas por dia durante 4 semanas, seguido de 1,5 a 3 gramas por dia por 4 semanas. Beta alanina combina com creatina, e podem ser dosados simultaneamente.

4. Carnitina

A carnitina é reconhecida há anos como redutor de gordura corporal, mesmo tendo a maioria dos estudos apontado mecanismos externos como aperfeiçoadores da composição corporal. Por exemplo, sabe-se que o consumo de carnitina pode elevar o fluxo sanguíneo, resultando em melhor recuperação e crescimento muscular, já que mais nutrientes e hormônios estão alcançando os músculos. Também está associada com aumento dos níveis de testosterona e de IGF-1.
Estudos recentes mostraram que a suplementação com carnitina pode interromper a perda muscular resultada do sedentarismo, e outro estudo de 2011 aumentou a performance em atletas em 35% ao consumir 2 gramas de carnitina por dia durante seis meses. Também foi observada uma diminuição de 44% de acúmulo de ácido lático, e utilização de 55% menos das reservas de glicogênio, indicando que a gordura estava sendo queimada nos exercícios intensos e, vez do glicogênio – um resultado bom para melhores desempenhos.

Dica de suplementação: Também é necessário um vetor para absorção da carnitina, isto é, deve-se tomar juntamente com algo que eleve a insulina – Ômega3 ou carboidratos. No estudo de 2011, os participantes a consumiram juntamente com 80g de carboidratos diariamente.

5. Cafeína

A cafeína é com certeza um dos melhores suplementos para ganho de massa muscular e aprimoramento do desempenho. Há até evidências que pode elevar a testosterona e aumentar sua concentração e motivação, tornando-a especialmente eficaz no aumento da capacidade física quando estiver cansado.
Por exemplo, atletas de faculdade com problema de sono, ao tomarem cafeína antes do treino, automaticamente selecionaram maior carga nos treinos em comparação a quando estavam utilizando placebos.
A cafeína também pode ajudar na recuperação, sendo ótima para treinos duplos. Um estudo revelou que após realizar exercícios de exaustão para acabarem as reservas de glicogênio, atletas que consumiram carboidratos em conjunto com 8 mg por quilo de massa corpórea e, quatro horas depois, realizaram treinos de intervalados, se saíram muito melhor do que os que consumiram apenas carboidratos. O grupo que utilizou a combinação durou 48 minutos de treino, enquanto o grupo sem cafeína durou apenas 32 minutos, e o grupo com placebo 19 durou minutos.
Dica de suplementação: Para aprimoramento do desempenho, meça com exatidão a quantidade de cafeína – apenas beber um cafezinho não fará muita diferença. Quantidades de 3 mg por quilo de massa demonstrou aumentar a capacidade no supino (a quantidade em um cafezinho – 1 mg por quilo corpóreo, de um indivíduo de 80 kg – não teve qualquer efeito). A dose de 8 mg por quilo utilizada no estudo demonstrou uma enorme diferença e com certeza te preparará para detonar na academia ou na pista de corrida.

6. Whey protein

Um aporte adequado de proteínas é crucial para uma boa recuperação – um estudo mostrou que atletas que consomem whey protein conseguem imprimir maior força e maximizar os ganhos após treinos duplos, sendo o primeiro realizado pela manhã.
Por exemplo, em um estudo comparativo com atletas veteranos, doses de 3 g por quilo por dia de whey protein e de “soy protein” demonstrou que o grupo que tomou whey ganhou 2,5 kg de músculo enquanto o grupo da soy protein ficou nos 1,7 kg de ganhos.
Whey Protein supera todas as outras fontes de proteína por causa de sua digestão rápida, suprimindo a degradação de proteínas – é por isso que os atletas conseguiram manter os treinos duplos. Whey protein contém altas concentrações de leucina, e mimetiza muito bem o leite humano, que nos primeiros estágios da lactação contem cerca de 90% de whey, tornando-o menos alergênico do que leite de vaca integral ou suplementos de caseína.

Dica de suplementação: Novas pesquisas apoiam a teoria da “troca de proteínas”, que afirma que quando a dose inicial de proteína é abaixo de 1,5 g por quilo por dia, maiores são os ganhos músculo e força quando se substitui a dose por mais 50% da inicial. Experimente ciclar suas proteínas, consumindo no máximo 3 g por quilo por dia quando estiver em fase de hipertrofia. Depois escolha aminoácidos ricos em leucina nos treinos de ganho de força e resistência para poder variar e manter uma readaptação constante.

7. Carboidratos

Poucos estudos chegaram a comparar os benefícios de diferentes proporções de carboidratos e proteínas na alimentação de atletas, então não se sabe até onde a suplementação de carboidratos influencia no desenvolvimento muscular. Das poucas coisas que sabemos, encontram-se:
Carboidratos não são obrigatórios: Um estudo recente com atletas masculinos de força que treinaram em um estado de escassez de glicogênio não mostrou interferência na síntese proteica em treinos moderados a pesados. Ademais, restringir sua alimentação pós-treino em whey protein pode elevar sua produção do hormônio do crescimento e de IGF-1 para queimar mais ainda. Se emagrecer é seu objetivo principal, evite suplementação de carboidratos e busque consumir carboidratos de alimentos no seu pós-treino.
Se você é magro e sensível a insulina, não há motivos para evitar carboidratos. Muitos estudos corroboram que a proporção de carboidratos para proteínas de 2 para 1 ou 1 para 1 normalmente resultam em muita hipertrofia muscular de fibras de contração rápida e uma melhoria geral na composição corporal.
Em um estudo recente com bodybuilders, o fornecimento de um aporte contínuo de carboidratos durante os treinos resultou em maior capacidade de força e menor fadiga em treinos isométricos, comparado a um grupo placebo.
Em um grupo de homens sedentários, o consumo de um pós-treino consistindo de 6% de carboidratos e 0,2 g por quilo de Whey protein durante 12 semanas resultou em ganhos melhores de hipertrofia comparados ao grupo que usou somente o Whey protein. Os resultados foram semelhantes nos níveis de testosterona, e o cortisol estava consideravelmente menor no grupo que utilizou carboidrato em conjunto com whey. Eles também obtiveram maior ganho de força no leg press e no supino.
Dica de suplementação: Ao utilizar suplementos de carboidrato, escolha um que tenha variados tipos de maltodextrina e pouca ribose. Muitos preferem adicionar sucos em pó ao Whey protein – para aumentar o índice glicêmico com o objetivo de ganhar músculos, experimente abacaxi ou uva. Por fim, se o seu objetivo é perder gordura, opte por carboidratos com muita fibra e ricos em oxidantes – vegetais verdes e roxos, e frutas vermelhas.

 

8. Óleo de peixe e óleo de cártamo (CLA)

Óleo de peixe e CLA são anabólicos e aprimoram significantemente seus resultados. Ambos são ácidos graxos: óleo de peixe é feito de Ômega3 e DHA, e o CLA é oriundo das carnes e laticínios.
Em um estudo com adultos, 4 gramas de óleo de peixe por dia elevou a atividade da via de síntese proteica (mTOR) em 30%. Isso resultou em um ganho de 2% de massa magra – pode parecer pouco para estar numa lista de suplementos para ganho de peso, mas é relevante, considerando-se que não foi realizado nenhum exercício físico no estudo.
CLA demonstrou maiores resultados em ganhos musculares. Em um estudo de 7 semanas, homens que tomaram CLA enquanto treinavam ganharam 1,4 kg de músculo e perderam 1 quilo de gordura a mais do que o grupo placebo. Os pesquisadores imaginam que o CLA eleva a resposta anabólica e aumenta o metabolismo durante o sono.

Dica de suplementação: Tome óleo de peixe no pós treino para reduzir as dores e inflamação. Também pode ser utilizado no lugar de carboidratos em conjunto com suplementos como a creatina, que precisa de um pico de insulina para fixar nos músculos. Certifique-se de que contenha os isômeros cis-9, trans-11 e trans-10, cis-12. Adquira CLA de laticínios e carnes de animais de pasto. Animais de pasto tendem a ter de 2 a 3 vezes mais CLA do que animais criados com ração.

9. Citrulina

A citrulina é um aminoácido que eleva a arginina e o óxido nítrico, melhorando o fluxo sanguíneo e, por consequência, a distribuição de nutrientes para os músculos. A citrulina também aumenta sua energia ao limpar o organismo de resíduos como ácido láctico e amônia, elevando sua capacidade de exercícios de alta intensidade. Ademais, ao elevar os níveis de arginina, pode-se elevar também os níveis do hormônio do crescimento e do IGF-1, ambos importantes para o crescimento muscular e na recuperação.

Dica de suplementação: Tome a citrulina no pré treino para melhor fluxo sanguíneo e mais energia – isso também resulta em maior vascularização muscular. Experimente com cafeína e tirosnina pra estimular o sistema nervoso quando estiver com sono insuficiente.

10. Glutamina

A glutamina é um aminoácido que proporciona o combustível para células se dividirem mais rapidamente, aumentando a hipertrofia e melhorando o sistema imune. Treinos intensos consomem muita glutamina, e estudos com atletas de elite, especialmente com os de resistência, mostraram que eles estão mais propensos a adoecerem após alguma competição por causa da diminuição dos níveis de glutamina.
Resultados de testes empíricos relevaram que a glutamina pode elevar a ressíntese de glicogênio, reduzir as dores e inflamações do pós treino, auxiliar na recuperação de lesões e proporciona um efeito anabólico. A glutamina também pode ser utilizada pelo cérebro como fonte de energia, útil na transição para uma dieta sem carboidratos ou para ajudar nas quedas por alimentos doces.

Dica de suplementação: Experimente tomar glutamina várias vezes ao dia (8 vezes de 10 gramas deram bons resultados para atletas de elite em fases de ganho de massa). Experimente 2 gramas de glutamina em pó diluída em água sempre que estiver perto de ceder às tentações.

O que é IGF-1 HGH (Sublingual - 150ml) New Millen (Milly)

IGF-1 HGH Milly é um suplemento pré-hormonal, estimulante do GH, hormônio que estimula o crescimento e a reprodução celular, sua rápida absorção, estimula a síntese do HGH no organismo.
A fórmula de IGF-1 HGH Milly é composta de aminoácidos, proteínas, vitaminas e minerais que estimulam a produção do GH. Necessários para a elevação do hormônio nas atividades físicas de maior desgaste.
A utilização do IGF-1 HGH Milly inibe o aumento do Cortisol (hormônio catabólico) durante a atividade física. O aumento do Cortisol diminui o HGH. Sendo que a síntese dos lipídios é elevada pela presença do HGH, o que ocorre naturalmente à noite. O uso de IGF-1 HGH Milly fará com que o organismo mantenha o hormônio elevado por mais tempo, melhorando a renovação, reestruturação celular, definição e aumento do tecido muscular.
*Descrição resumida do produto. Antes do consumo sugerimos que leia atentamente a embalagem. Imagem meramente ilustrativa.

Como tomar IGF-1 HGH (Sublingual - 150ml) New Millen (Milly)

Pressionar a válvula 4 vezes abaixo da língua (correspondente a 1,5ml).
Mantenha IGF-1 HGH Milly em contato com a mucosa sublingual aproximadamente 30 segundos antes de ingerir.
Utilizar 2 vezes ao dia, pela manhã e a tarde, ou antes de dormir.